“O DIÁRIO DE ZLATA”
Bom dia pessoas!
Bom, vamos falar sobre “O diário de Zlata”! Este é o livro que tivemos de ler como molde para aprender como se desenvolve um diário, o tipo de escrita, o padrão que segue, os detalhes de data e comprimentos... enfim! Todo este tipo de coisa.
O livro começa com os pensamentos comuns de uma garota de 11 anos, ou seja, no caso de Zlata, eles são dedicados às brincadeiras com as amigas, as férias no interior, o mundo da moda e os programas da MTV. Ela é também uma boa aluna e se preocupa em manter suas notas altas. Tudo isso, se vê registrado nas primeiras passagens do diário.
No entanto, Zlata Filipovíc estava vivendo em tempos de guerra na Iugoslávia, assim, quando os conflitos separatistas se sucederam, a cidade onde ela e a família moravam (Saravejo) se tornou um dos principais palcos da guerra.
Suas anotações diárias vão subitamente mudando de foco, ela vê sua infância, e toda a pureza e ingenuidade de ser criança, sendo tirada de sua vida. Ela então, passa a nos contar os horrores que presenciou durante a guerra.
Pessoalmente, eu não me senti atraída pelo livro, acho que a principal razão para isso foi o tipo da escrita usada por Zlata, uma escrita inculta (já que ela havia apenas onze anos de idade, quando escreveu o diário). Assim, não consegui me prender ao livro e devora-lo, como faço quando me apaixono pela história (escrita e etc.)
Agora, se você for ler o livro e tiver uma visão diferente, não se importando com esse ponto do estilo de escrita, vai fundo!
PS: Uma opção, para se você for como eu e não se atrair por este tipo de escrita, é buscar pelo “Vozes Roubadas – Diários de Guerra”, um livro organizado também pela Zlata, mas que foi escrito ao seus 28 anos de idade. Ele é uma coletânea de diários que, como o de Zlata, trazem detalhes simples e humanizados.
Boa dica, Clara!
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